Meu compromisso é oferecer acolhimento e escuta, onde você poderá explorar suas emoções com liberdade e segurança.

Juntos, vamos descobrir caminhos para que você se reconecte com seus desejos e encontre novos sentidos para sua história.

Atendo crianças (a partir dos 11 anos), adolescentes e adultos.

Atendimento on-line e presencial.

Como funciona uma sessão com um psicólogo?

As sessões duram 50 minutos e, geralmente, são realizadas uma vez por semana podendo ser realizadas de forma presencial ou online, dependendo das necessidades do paciente.


Nas primeiras sessões, o psicólogo dedica-se a conhecer o histórico e as demandas do paciente, identificando os motivos que o levaram à terapia.

Na Psicanálise (linha teórica adotada por mim) utilizamos a técnica de associação livre, na qual o paciente é encorajado a verbalizar todos os pensamentos que surgem espontaneamente, sem censura. 

Isso permite que conteúdos inconscientes — como memórias reprimidas, conflitos internos ou desejos não resolvidos — venham à tona. 

O terapeuta, então, propõe conexões que ajudam o paciente a refletir sobre suas dinâmicas internas e alcançar uma compreensão mais profunda de si mesmo. 

Já pensou que as respostas que você busca podem estar escondidas nas entrelinhas da sua própria história?

A terapia é vista erroneamente como desnecessária ou fraqueza devido a crenças culturais. 

Na verdade, buscar terapia é um ato de autoconhecimento, enfrentamento saudável de desafios e evolução emocional, assim como cuidar da saúde física. 

A terapia oferece um espaço seguro para autoconhecimento, reflexão e tomada de decisões conscientes, promovendo uma vida mais leve e equilibrada.

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Saúde Mental Importa

Em um mundo marcado por demandas constantes, conexões virtuais excessivas e pressões que desafiam nossos limites, o cuidado mental emerge não apenas como um tema relevante, mas como um pilar essencial para uma vida equilibrada e significativa. 

Cuidar da saúde mental vai além de tratar doenças ou lidar com crises pontuais; é um compromisso diário com o autocuidado, a autocompaixão e a construção de uma relação saudável consigo mesmo e com o mundo.

Depressão

A depressão é um transtorno psíquico que se manifesta por sentimentos intensos de tristeza, vazio, desamparo e perda de interesse pela vida. Na visão psicanalítica, ela não é apenas uma alteração química do cérebro, mas também a expressão de conflitos inconscientes, perdas não elaboradas ou experiências emocionais reprimidas. Sigmund Freud, fundador da psicanálise, relacionou a depressão — que ele chamou de “melancolia” — a uma identificação inconsciente com um objeto perdido, levando o indivíduo a dirigir a raiva originalmente sentida pelo objeto contra si mesmo.

O tratamento psicanalítico busca compreender as raízes profundas do sofrimento, permitindo que o paciente traga à consciência conteúdos inconscientes, elabore lutos e reconstrua seu senso de identidade. Ao explorar livremente seus pensamentos, sonhos e lembranças em um ambiente seguro, o sujeito pode encontrar novos sentidos para seu sofrimento e iniciar um processo de transformação interna.

A depressão insiste em dizer que estamos sozinhos, mas a psicologia prova o contrário: cada sessão é um passo para reconstruir laços — primeiro consigo mesmo, depois com os outros. O processo é gradual, como plantar sementes em um jardim árido. Requer paciência, mas cada raiz fortalecida torna as tempestades mais suportáveis.

A ansiedade é uma experiência humana fundamental, caracterizada por um sentimento de apreensão ou medo diante de uma ameaça — real ou imaginária. Para a psicanálise, a ansiedade não é apenas um sintoma isolado, mas um sinal de conflitos inconscientes que o ego não consegue controlar completamente. Sigmund Freud descreveu diferentes formas de ansiedade e a relacionou à angústia primitiva do indivíduo frente a situações de perigo psíquico, como a perda de amor, punição, castração ou a própria aniquilação do self.

No tratamento psicanalítico, a ansiedade é vista como uma via de acesso ao inconsciente. Ao investigar as causas ocultas da ansiedade — muitas vezes ligadas a desejos reprimidos, culpas ou fantasias — o paciente pode gradualmente compreender seus medos, fortalecer seu ego e lidar de maneira mais integrada com suas emoções. Assim, a psicanálise não busca apenas aliviar os sintomas, mas promover uma transformação mais profunda da vida emocional.

O luto é uma reação natural à perda de alguém ou algo significativo, envolvendo tristeza, saudade e um intenso trabalho emocional. Na perspectiva psicanalítica, Freud descreveu o luto como um processo necessário em que o sujeito, pouco a pouco, desliga a libido (energia psíquica) investida no objeto perdido. Diferente da melancolia, em que a perda não é plenamente reconhecida e o sofrimento se volta contra o próprio eu, no luto saudável o indivíduo consegue, com o tempo, elaborar a ausência e redirecionar seus afetos.

A psicanálise vê o luto como uma travessia profunda, em que o sujeito enfrenta a dor da separação, revisita lembranças e emoções associadas ao que foi perdido e, finalmente, reintegra essas experiências em sua história de vida. Quando o processo é interrompido ou excessivamente prolongado, pode dar origem a estados patológicos, que a escuta psicanalítica busca compreender e tratar, oferecendo espaço para a simbolização da perda e para a reconstrução do sentido da existência.

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é frequentemente descrito como uma condição neurológica caracterizada por desatenção, impulsividade e hiperatividade. No entanto, a psicanálise propõe uma escuta que vai além dos sintomas comportamentais, buscando compreender o que eles expressam sobre o mundo interno do sujeito. Para a psicanálise, o TDAH pode ser visto como uma manifestação de conflitos psíquicos profundos, dificuldades na constituição do ego e modos específicos de lidar com angústias primitivas.

A abordagem psicanalítica não nega os aspectos biológicos do TDAH, mas enfatiza a importância de entender cada história singular: as relações precoces, as vivências emocionais e os modos de lidar com o desejo e a frustração. No tratamento, o espaço de fala e associação livre permite que a criança, o adolescente ou o adulto com TDAH elabore seus afetos, desenvolva maior capacidade de simbolização e encontre formas mais organizadas de lidar com suas emoções e com o mundo ao redor.

O burnout é um estado de exaustão física, emocional e mental resultante de uma exposição prolongada ao estresse, especialmente em contextos de trabalho. Mais do que um simples esgotamento, a psicanálise entende o burnout como o colapso de um investimento libidinal: o sujeito coloca energia excessiva em sua atividade profissional, muitas vezes tentando atender ideais de perfeição, reconhecimento ou pertencimento, até que seus recursos psíquicos se esgotam.

Na perspectiva psicanalítica, o burnout revela conflitos inconscientes ligados à identidade, ao valor pessoal e às relações de poder e desejo no ambiente de trabalho. O tratamento propõe não apenas aliviar os sintomas de cansaço e desânimo, mas também ajudar o sujeito a investigar suas motivações inconscientes, seus padrões de repetição e a buscar uma relação mais saudável com o trabalho, consigo mesmo e com seus limites.

Atendimento presencial na Paulista e Tatuapé.

Terapia é aquele breve momento que transforma todos os outros – porque quando você se escuta, tudo muda.

Atendimento a crianças (a partir dos 11 anos), adolescentes e adultos. 

On-line e presencial.

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Elaine de Oliveira Martins
Elaine Martins Psicologa Clinica
  • Psicóloga Clínica | CRP 06/214262
  • Pós Graduada em Psicanálise pela PUC
  • Atendimento a Crianças, Adolescentes e Adultos
Conheça a minha história

Sou formada em Administração de Empresas e cofundadora de uma empresa de treinamento e consultoria, com 22 anos de experiência na área. Ao longo dessa trajetória, percebi um padrão nas demandas dos clientes: a busca por soluções para aumentar a produtividade dos colaboradores. Essa constatação me levou a refletir profundamente sobre a real origem dessas questões.

Quem são esses colaboradores? O que os motiva ou desmotiva? Quais são os desafios, preocupações e conflitos que enfrentam diariamente? Como exigir desempenho de alguém que pode estar enfrentando ansiedade, depressão ou até mesmo ataques de pânico? Essas perguntas me conduziram a uma análise mais humana e empática da realidade no ambiente de trabalho.

Identifiquei um cenário comum: profissionais emocional e mentalmente sobrecarregados. Essa constatação reacendeu em mim o interesse pelo estudo da mente humana, levando-me a buscar respostas que unissem performance e bem-estar. Descobri que é possível ajudar pessoas a compreenderem seus sentimentos e emoções, bem como a identificarem as causas de seus conflitos ou sintomas, por meio da terapia.

Hoje, meu principal objetivo é auxiliar cada paciente a encontrar a raiz de seus problemas e desenvolver ferramentas para lidar melhor com eles, promovendo não apenas o equilíbrio emocional, mas também uma transformação em suas vidas pessoais e profissionais.

Isso faz sentido para você?

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